quarta-feira, 3 de junho de 2009

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terça-feira, 2 de junho de 2009

FOTOS AMIGAS

AMIGOS DA REGINA


Declaro, a quem interessar possa, que coordeno uma grande mobilização na cidade de Brasília, desde o início de 2007, dos “Amigos da Regina”, com o objetivo de arrecadar doações especialmente entre jornalistas e artistas do círculo social e de amizade de Regina Celia Peixoto Bittencourt para que ela possa fazer frente às despezas com tratamento de um câncer.
Jornalista e funcionária pública aposentada com rendimentos que mal cobrem suas necessidades básicas de alimentação, moradia e o sustento de um filho totalmente dependente dos seus cuidados por problemas de saúde, Regina Bittencourt – ou Regininha, como é tratada por nós, seus amigos – não dispõem de jatinhos da força aérea, que dão tanto suporte no tratamento quando males semelhantes que acometem parlamentares e governantes, nem pode contar com um serviço público de saúde eficiente na nossa cidade. Resolvemos então, nós, arcarmos com parte da despeza das viagens periódicas que ela deve fazer a São Paulo para exames e consultas médicas com a doutora Angelita Gama, única no país, que realiza os procedimentos médicos de que Regina necessita.
Com o fim de facilitar a arrecadação e dar mais transparência às doações – feitas diretamente em dinheiro ou em obras de arte, que estão sendo comercializadas pela marchande Alcina Moranato – pedimos a Regina que abrisse uma conta bancária exclusiva para este fim, o que foi feito na Caixa Econômica Federal, agência 2893, conta corrente 4401204-1. Este número de conta foi amplamente divulgado entre jornalistas, artistas e outros “Amigos da Regina” de todo o País para receber as doações que, esperamos, continuem a ser feitas até a conclusão do seu tratamento.

Por ser verdade, assino
Lucia Maria Lopes de Miranda Leão
Assessora de Imprensa do Ministério do Meio Ambiente

ENTREVISTA

deWhohub <whohub@topicinterview.com>responder awhohub@topicinterview.com
pararegbitten@gmail.com
data17 de fevereiro de 2009 16:06assuntoEntrevista
ocultar detalhes 17 fev Responder

Olá Regina Célia Peixoto Bittencourt:
Entramos em contato porque vimos referências sobre seu trabalho na Internet.
Nós gostaríamos de incluí-lo no diretório de profissionais da criatividade.
Convidamos você a realizar esta entrevista.Você pode incluir nela link a qualquer outra presença sua na Internet.
Para começar a entrevista, siga este endereço e começe a responder as perguntas:http://www.whohub.net/perguntas/JORNALISMOhttp://www.whohub.net/perguntas/BLOGGER
Aqui você pode ver alguns exemplos de outros profissionais:http://www.whohub.net/pt/authors.php
SaudaçõesSofia Reis
Whohub é um diretório de entrevistas a profissionais da comunicação, as artes, a tecnologia e o marketing.

PROTESTO POETICO


Protesto poético
Em manifestação contra a derrubada de tótens com poesia nas paradas de ônibus, artistas cimentam versos na calçada da 509/510 Sul

Arthur H. Herdy Especial para o Correio Breno Fortes/CB/D.A Press
O grupo Loucos de Pedra fixou duas placas de poemas no chão perto do ponto de ônibus: “a poesia foi para a sarjeta” Por volta das 11h de ontem, um grupo de movimentadores culturais da cidade atraiu a atenção de quem passava na W3 Sul, em frente ao ponto de ônibus da entrequadra 509/510. Aqueles que esperavam o ônibus espantaram-se. Quem passava na rua não disfarçava a curiosidade — olhares ressabiados questionavam o pequeno furdunço no local. O clima seco e quente não deu trégua, mas isso não foi motivo para desânimo. No chão, argamassa, cimento, pás, baldes e espátulas. Na calçada, havia poemas, os mesmos arrancados há mais de três meses pelo projeto Cidade Limpa do Governo do Distrito Federal (GDF). Agora, pelas mãos de poetas, escritores e artistas, voltavam ao lugar que lhes é de direito. Aproveitando os buracos e crateras na rua, eles plantaram poesia.
Desde 2004, os poemas estavam afixados em 12 placas de aço — antigos e desabilitados itinerários de ônibus. A partir dos versos de poetas brasilienses, formadores do grupo Loucos de Pedra, o artista plástico Henrique Gougon construiu os tótens expondo os textos em mosaico — Eudoro Augusto, Nicolas Behr, Fernando Mendes Viana e Cassiano Nunes (este, morto no ano passado) eram alguns dos nomes presentes na homenagem. Em abril deste ano, as obras foram derrubados sem aviso. O projeto Cidade Limpa, cujo objetivo é livrar a cidade de faixas, outdoors e quaisquer resquícios de poluição visual, destruiu as instalações. Dos 12, apenas dois, da poetisa Angélica Torres Lima, puderam ser salvos e encontram-se hoje guardados.
A solução encontrada foi não largar o osso: no mesmo espaço, antes depredado pelo próprio governo, os poetas começaram a fixar mosaicos poéticos no chão. Ontem, cimentaram duas placas. O protesto ocorreu de maneira pacífica e, muitas vezes, irreverente. Os poetas, como na pomposa calçada da fama em Hollywood, cravaram as mãos no cimento fresco. Munido de um megafone, Nicolas Behr, nome de destaque na poesia da cidade, bradou: “É impossível derrubar o chão. Do chão, a gente não passa”. O mosaicista Gougon, autor das obras, concordou. “Quando derrubaram os tótens, eles me jogaram no chão. Depois de muito pensar, cheguei à conclusão: é no chão que vou continuar”, lembrou. Segundo ele, essa é uma atitude de amor à cidade, pois, além de poesia e arte na parada, o grupo tapou os buracos.
Resposta política Após leitura de manifesto cultural, o poeta Luís Turiba cobrou atitude do governo. “Desde a derrubada, eles não ofereceram nada para a gente, o que é uma pena. Com o protesto, essa rua passa a ser sagrada. A poesia foi para a sarjeta”, contou. O administrador regional de Brasília, Ricardo Pires, esteve presente e afirmou que a retirada dos poemas foi um mal-entendido. Segundo ele, a mão-de-obra contratada para a limpeza da cidade não estava ciente da importância dos mosaicos. “A Administração de Brasília não estava coordenando a ação. Faltou discernimento aos responsáveis”, lamentou. Pires garantiu que, desta vez, os poemas no chão terão seu lugar garantido. “Conseguimos autorização junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que as paradas de ônibus estejam abertas aos artistas. Mas pedimos que eles nos informem”, esclareceu.
A movimentação angariou adeptos. A dona-de-casa Tânia Tavares, 33 anos, incentivou a iniciativa. “A gente vive com tanta violência, tanto problema, tanta pobreza de espírito, que é um alívio encontrar poesia na parada de ônibus”, observou. A cena poética na cidade deu combustível à discussão. Entre os eventos destinados ao gênero, estão as edições da Barca Poética, toda noite de lua cheia no Lago Paranoá, o projeto mensal Poesia no Jardim da Filosofia, do Centro Cultural Banco do Brasil, e a aguardada I Bienal de Poesia de Brasília, em setembro.


Galeria de fotos: veja imagens com as poesias

COMENTARIOS

From: magabarly@hotmail.comTo: regbit@hotmail.comSubject: RE: Blog com fotosDate: Fri, 27 Jun 2008 20:00:57 +0000
Parabens, Regina.
Seu Blog está ótimo. Um prazer encontra-la
BRACONY
deBRACONY <eduardo.bracony@terra.com.br>pararegbitten@gmail.com
data19 de dezembro de 2008 10:00assuntoUm prazer encontra-laenviado porterra.com.br
ocultar detalhes 19/12/08 Responder

Regina, Vi seu blog na Internet. Os anos passam e as vezes temos surpresas. Sua irmã Maria do Rosário, como está ? - A última vêz que a ví foi num supermercado no Leblom. Pode me dar o Telefone ? Um abraço, EBhttp://www.cbpds.com.br/html/curric.htm

Você aborda assuntos muito sérios comprofundidade. As fotos estão lindas! PARABENS novamente. Gostaria de saber qual é a utilidade de torturar quando os "rebeldes" já estão presos e portanto inoperantes e aindahavendo o recurso do exílio. Não entendo o "espírito da coisa"será pura maldade?
Abraço, Magaly Bárbara